Inclui actualizações constantes dos estatutos e condição dos jogadores em função do seu estado de espírito.
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Hoje, gostaria de compartilhar convosco um documentário deveras pequeno e sucinto, cujo idioma não deverá servir de barreira para os fluentes na língua de Camões. Em pouco mais de 20 minutos, a equipa de Juan Falque desmascara o fenómeno dos “piratas da Somália“, demonstrando também como este está ligado ao mundo industrializado – aliás, aposto que muitos de vós nem sabiam da existência desta paupérrima região Africana até a imprensa ter falado em… lá está, “piratas!”
Desde a queda de uma ditadura sem uma autarquia sucessora até ao impacto ambiental, a História da Somália nos séculos XX e XXI até apresenta algumas mínimas semelhanças ao filme original do Godzilla – o qual, aproveito para relembrar, alertara para ameaças ambientais provocadas pelo ser Humano e possíveis consequências…
A diferença é que, nesta caso, não há ficção para nos aliviar do horror passado pelas vítimas de tudo o que levou à origem dos “piratas”:
Elucidem-me, então: quem serão efetivamente os piratas desta história?
fontes [loco mundo, envolverde]
2012 já marcou, entre muitas outras coisas, o regresso daquela que poderá ter sido a mais simbólica e influente franquia de bandas desenhadas de quatro painéis (como aquelas que se vê nos jornais) do mundo. Apesar de ser homónima de um fruto seco, a sua mascote é hoje o seu elemento mais reconhecido, gerando uma enorme linha de brinquedos, peluches e outros meios de merchandizing resistentes ao passar do tempo: um cão branco de orelhas pretas chamado Snoopy.

Desenvolvida pelo génio Charles Schulz, Peanuts relata o quotidiano de Charlie Brown, um simples rapaz careca amaldiçoado por uma vida mundana e repleta de adversidades sociais e pessoais: nunca consegue rematar uma bola, é troçado pelos seus próprios amigos, tem um cão (Snoopy) que, além de ser a imagem de marca da série, praticamente o “controla”, nunca foi abençoado pelo cupido do amor e chega a procurar ajuda psiquiátrica numa rapariga que o encara como um bode expiatório. Brown é um rapaz cujo talento não é admirado, mas que transmite sentimentos de compaixão para com alguém capaz de ser constantemente mais azarado que nós… e que, por tão mal que seja a situação, nunca desiste. E com esta série, Charles Shulz demonstrou ser possível desenvolver histórias não apenas cómicas mas também moralizadoras, sem recorrer a superpoderes ou aventuras extraordinárias… e apenas quatro simples quadradinhos desenhados e não coloridos!
por vezes nem havia muito para escrever…
Transportar esta magia para desenhos animados não foi particularmente fácil, mas eu pessoalmente considero terem conseguido algo quiçá suposto impossível: ultrapassar o próprio carisma dos painéis desenhados; e tal não teria sido possível sem uma enorme atenção – ou pura sorte – aos detalhes sonoros, tais como: a música jazz ambiente e ocasionalmente melancólica de Vince Guaraldi, as vozes amadoras das crianças que dão voz e vida aos personagens seus congéneres, e o dialecto incompreensível dos adultos, cujas figuras raramente marcavam presença.
Apesar de composta por episódios que aglomeram muitas dos excertos de Schulz, a animação de Peanuts é particularmente conhecida pelos seus episódios especiais, lançados em referência a celebrações praticadas um pouco por todo o mundo, em particular nos Estados Unidos. Os episódios mais conhecidos são o Especial de Natal – - e o do Dia das Bruxas, que ainda é transmitido na televisão anulamente. Numa nota pessoal, “A Boy Named Charlie Brown” consta da minha lista de peças de animação preferidas de sempre, dada a música introdutória algo deprimente mas expressiva e representar tudo aquilo que Charlie Brown é: um rapaz que, nem no apogeu da sua vida social, é capaz de ser minimamente feliz ou popular.
– Charlie Brown ainda não conseguiu acertar na bola, e este nem bolas consegue fazer! –
– no episódio do dia das bruxas, onde o azar de Charlie Brown é evidente… –
– exemplo de uma tradução em Português do Brasil –
– senhoras e senhores: bem-vindos ao Futuro! –
O automóvel foi um sonho tornado realidade. Nunca teria sido possível, sem a invenção do veículo motorizado, chegar a locais longínquos numa mera questão de minutos ou horas, mas nunca dias ou meses! Ironicamente, o actual e ainda dominante carro a petróleo não foi o primeiro, mas sim o menos poluente e potente eléctrico… mas isso é história para outra altura!
– behold: the AIR CAR! –
Hoje venho-vos revelar como o sucesso destas máquinas, constantemente encaradas tanto como úteis quanto requintadas, se alastrou para outros caminhos tecnológicos, fazendo agora parte de outros gadgets dignos de fazer parte integrante do nosso dia-a-dia…
… mas só depois do clique!

Here’s a bunch of mock-up MTG cards made using pics found on the Internet. As the title implies, this massive update is made to celebrate SUPERHERO MOVIE month, which features The Amazing Spider-man and The Dark Knight Rises, which will fill-up a year already blessed by The Avengers flick.
Just click on the card for a full-size preview: