Pré-Tugal é imune à equação da amizade!

The Enemy of my Enemy is my (biggest) Friend

Um recente estudo procurou representar, por intermédio de equações matematicamente coerentes, o processo de formação de relações de aliança-inimizade entre entidades/grupos de seres Humanos.

— o estudo também irá mostrar que as relações entre nações são, no que toca à complexidade, deveras semelhantes às relações entre “gaijas”! —

A investigação nesta área não representa uma novidade, tal como indica o site Physorg, e de onde se destaca a Teoria da Estabilidade Estrutural, teoria esta focada em compreender o funcionamento por detrás de relações “estáveis e instáveis” — e consequentemente representadas como “redes” –. Constata-se, por instância, que uma relação entre três amigos mútuos ou duas pessoas/grupos que compartilhem um inimigo comum são consideradas estáveis (este último exemplo é, a meu ver, o mais interessante, de onde poderemos destacar a “aliança” entre Obama e Hillary Clinton para “combater” McCain).

— isto, meus amigos, é uma relação MUITO estável! —

Mas afinal, que conseguiu esta iniciativa cientifico-matemática de tão peculiar? Tal como mencionado no início do artigo, uma representação simbolico-matemática deste problema, testada por meio de uma simulação para o desenvolvimento de alianças/hostilidades entre nações, na época da Segunda Guerra Mundial (nunca descurando o facto destas relações se desenvolverem gradualmente com o tempo e eventos que, por sua vez, provocam consequências nas relações mais instáveis, e não só). Ou seja, submeteram as mesmas às tais fórmulas e verificaram se os resultados obtidos na simulação se equivalem aos verídicos da época. Os resultados foram (quase) perfeitos, e adivinhem lá onde o teste falhou:

(…) researchers at Cornell University used a computer program to successfully predict which countries joined the Allied Powers and which lined up with the Axis. They got all of the countries right except Denmark and Portugal.

Isto só demonstra uma coisa — pronto, é um cenário abstracto e não correspondente à realidade, mas descuremos esse mínimo detalhe, por agora –: o Português é um ser imprevisível e, por isso mesmo, autêntico. Tenhamos orgulho na nossa identidade socio-cultural…


— … apesar disso, por vezes, não ser tarefa fácil! —

 

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