Ciências Aleatórias — Biologia: a ciência do século XXI?

— é hora de definir umas qua–ntas prioridades!

O Mundo está a mudar. E quando se pensa em mudança, a tendência actual é a de associar por imediato a qualquer meio informatizado de agir. Contudo, convém não esquecer as necessidades básicas a que muitos ainda são privados. Portanto é inevitável reflectir sobre o Futuro sem destacar as ciências relativas à própria vida, a novos meios de produzir alimento e perceber como funcionam os estímulos que nos levam a proceder de certo modo.

Seguem-se três exemplos recentes e importantes… ou no mínimo, bizarros!


O macaco é que sabe!

Uma das variantes de um suposto nosso antepassado, o “símio”, poderá ser a espécie mais dominadora na arte do engate!

— ao contrário de nós! —

Num acto evidenciando a importância do instinto no acto de acasalamento, o Macaco Capuchinho encobre-se em sua própria urina para chamar a atenção das fêmeas acerca da sua fertilidade — naturalmente, se o objectivo fosse “chamar a atenção”, o ser Humano teria certamente resultados extraordinários com tal prática, mas não seria somente destinado à atenção das fêmeas!

Tal acto primitivo é, na verdade, deveras sofisticado: para além de não haver nada mais macho que um “Cheiro a Homem de Ó Grande”, o controlo do “xixi” poderá — ou não — estar directamente associado à tomada de decisões inteligentes!


Let the Clone Wars begin!

Invenções são sempre relativamente caras, e apesar de inúmeros protótipos interessantes, poucos são os engenhos capazes de compensar o seu investimento. Será o desenvolvimento de uma impressora 3-D capaz de reproduzir tecidos orgânicos uma dessas bênçãos da autoria do ser humano?

Quando uma pessoa necessitar de uma nova cartilagem ou até um osso, as informações estarão disponíveis para se realizar uma reconstrução perfeita.

— in Ciência Hoje

Com um intuito aparentemente nobre, pressinto que o eventual sucesso desta máquina irá, inevitavelmente, abrir as portas para os tecidos humanos reciclados… ou carne reciclada!

— material 100% reciclado. Nenhum ser vivo foi morto no processo —


Uma vez dentro do vício…

Já vem a ser praxe para o cidadão comum deparar-se com inúmeras campanhas anti-tabaco (inclusivé nos próprios maços), sobre como este só faz mal e bla bla bla… contudo, é também sabido (não necessariamente cientificamente) que um ex-fumador enfrentará possivelmente uma dura e árdua batalha contra a obesidade.

Contudo, aparenta ter sido descoberto, finalmente, o motivo (do ponto de vista Biológico) por detrás desta adversa situação — até porque, afinal de contas, não deixam as pessoas de fumar a fim de cuidar da sua saúde? Então que sentido fazem tais efeitos secundários indesejáveis?

A nicotina activa um pequeno grupo de neurónios do hipotálamo que regulam os sinais do organismo e indicam que já se comeu o suficiente.

in Ciência Hoje

De facto, e conforme descrito no título do artigo ao qual pertenceo excerto anterior, nem é coerente falar de “ganho de apetite” em ex-fumadores, mas sim de perda de apetite em fumadores. Contudo, tal descoberta poderá, eventualmente, sustentar a base para a resolução de um dos principais factores que se opoem à decisão de um indivíduo “se libertar do vício”…

… e é para esses casos mais complicados que existe propaganda como esta!

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