Momento AleatórioHerrar é Umano, mas…

I would never die for my beliefs because I might be wrong.Nunca iria morrer em defesa das minhas crenças, pois posso estar errado.

Bertrand Russel

I disapprove of what you say, but I will defend to the death your right to say it.Reprovo aquilo que dizes, mas seria capaz de morrer pelo teu direito de o dizeres.

Voltaire

meeeeeeeh

'we know what you are searching for even when you don't' - eu DETESTO quando me dizem o que querem que eu queira!

Apesar de todos cometermos erros, convém relembrar que, por tão árdua que possa ser esta realidade, a razão, o eterno juiz do que está correcto e está errado, não é mais do que uma invenção humana por uma causa “nobre e justa”… às vezes. É, como sempre, o elemento dominante, o que impõe ordem no mundo, que decide o que está certo ou errado. Os que concordam são aceites, e os demais simples rebeldes. Se nem a Ciência alguma vez atingiu um estatuto sólido o suficiente para garantir certezas, porque haveríamos nós de querer impor as nossas opiniões sobre o “quão inegavelmente mais bonito é aquele MacBook” ou “quão inteligente foi aquele filme”?

A ciência e os sistemas de conduta cívica existem porque, sem eles, o mundo estaria num autêntico caos e seria impossível atingir um dos outros pontos fortes da raça humana, ou qualquer raça: a cooperação – não confundir com “sermos todos amigos uns dos outros”, outra utopia descarada -. É um pequeno sacrifício em prol da total liberdade de fazer o que se quer ou, como se costuma dizer, “libertinagem” – uma palavra com significado pejorativo para distinguir diferentes consequência da “liberdade absoluta”. Até é bom que haja discórdias e pessoas se reúnam em função dos seus princípios, mas quando as opiniões geram conflitos, algo está ‘definitivamente errado’…

One thought on “Momento AleatórioHerrar é Umano, mas…

  1. “Se nem a Ciência alguma vez atingiu um estatuto sólido o suficiente para garantir certezas”

    What?😄 Esta parte do post faz lembrar o tipo de argumentos do pessoal que compara a ciência à religião:

    http://thehumanist.org/humanist/articles/dawkins.html

    Mas já agora, e isto não é dito vezes o suficiente.

    O grande contributo da ciência (e a grande vantagem dela em relação a outras formas de explicar a realidade – ex.: religião, senso comum) não é tanto provar o que está certo, mas provar que as nossas ideias podem estar erradas.

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