Infância Aleatória — I GOT A ROCK!

2012 já marcou, entre muitas outras coisas, o regresso daquela que poderá ter sido a mais simbólica e influente franquia de bandas desenhadas de quatro painéis (como aquelas que se vê nos jornais) do mundo. Apesar de ser homónima de um fruto seco, a sua mascote é hoje o seu elemento mais reconhecido, gerando uma enorme linha de brinquedos, peluches e outros meios de merchandizing resistentes ao passar do tempo: um cão branco de orelhas pretas chamado Snoopy.

Desenvolvida pelo génio Charles Schulz, Peanuts relata o quotidiano de Charlie Brown, um simples rapaz careca amaldiçoado por uma vida mundana e repleta de adversidades sociais e pessoais: nunca consegue rematar uma bola, é troçado pelos seus próprios amigos, tem um cão (Snoopy) que, além de ser a imagem de marca da série, praticamente o “controla”, nunca foi abençoado pelo cupido do amor e chega a procurar ajuda psiquiátrica numa rapariga que o encara como um bode expiatório. Brown é um rapaz cujo talento não é admirado, mas que transmite sentimentos de compaixão para com alguém capaz de ser constantemente mais azarado que nós… e que, por tão mal que seja a situação, nunca desiste. E com esta série, Charles Shulz demonstrou ser possível desenvolver histórias não apenas cómicas mas também moralizadoras, sem recorrer a superpoderes ou aventuras extraordinárias… e apenas quatro simples quadradinhos desenhados e não coloridos!

por vezes nem havia muito para escrever…

Transportar esta magia para desenhos animados não foi particularmente fácil, mas eu pessoalmente considero terem conseguido algo quiçá suposto impossível: ultrapassar o próprio carisma dos painéis desenhados; e tal não teria sido possível sem uma enorme atenção – ou pura sorte – aos detalhes sonoros, tais como: a música jazz ambiente e ocasionalmente melancólica de Vince Guaraldi, as vozes amadoras das crianças que dão voz e vida aos personagens seus congéneres, e o dialecto incompreensível dos adultos, cujas figuras raramente marcavam presença.

Apesar de composta por episódios que aglomeram muitas dos excertos de Schulz, a animação de Peanuts é particularmente conhecida pelos seus episódios especiais, lançados em referência a celebrações praticadas um pouco por todo o mundo, em particular nos Estados Unidos. Os episódios mais conhecidos são o Especial de Natal – – e o do Dia das Bruxas, que ainda é transmitido na televisão anulamente. Numa nota pessoal, “A Boy Named Charlie Brown” consta da minha lista de peças de animação preferidas de sempre, dada a música introdutória algo deprimente mas expressiva e representar tudo aquilo que Charlie Brown é: um rapaz que, nem no apogeu da sua vida social, é capaz de ser minimamente feliz ou popular.

— Charlie Brown ainda não conseguiu acertar na bola, e este nem bolas consegue fazer! —

— no episódio do dia das bruxas, onde o azar de Charlie Brown é evidente… —

— exemplo de uma tradução em Português do Brasil —

Magic The Gathering Customized – Marvel vs DC

Here’s a bunch of mock-up MTG cards made using pics found on the Internet. As the title implies, this massive update is made to celebrate SUPERHERO MOVIE month, which features The Amazing Spider-man and The Dark Knight Rises, which will fill-up a year already blessed by The Avengers flick.

Just click on the card for a full-size preview:


D.C. Comics























(in)Cultos das Internétes — Virologia e Epidemiologia… se é que existe!

Uma pandemia (do grego παν [pan = tudo/ todo(s)] + δήμος [demos = povo]) é uma epidemia de doença infecciosa que se espalha entre a população localizada em uma grande região geográfica como, por exemplo, um continente, ou mesmo o planeta.

in Fonte de Todo-o-Saber

— viral stuff = serious business —

E existirá melhor meio de infecção que a própria Internet? Graças a este meio de comunicação revolucionário, podemos hoje ser alvo de pandemias sem sequer ficarmos doentes, desde rumores lançados online a tendências culturais que rapidamente se propagam por todo o mundo.

Apresento-vos hoje (mais) três vídeos virais marcados para a história por intermédio de 4chan e TuTubo.

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LEGO Aleatório

palavras!? Quem ser palavras? —

Mais do que as letras, o Esperanto ou o Inglês, o LEGO é uma linguagem universal ao alcance de indivíduos de classes socio-fisiológicas diversas — desde miúdos a graúdos, de artistas a cientistas…

Lego na Tiraneolândia

A apreciação do império War Machines Strike, de Chris Edwards (Flickr), requer imagens…

MUITAS imagens! —

LEGO na Videolândia

Quanto sabe realmente o Facebook da tua vida?

Hoje proponho o seguinte: façam favor de clicar aqui e liguem-se à aplicação através da vossa conta Facebook – que eu sei que certamente terão.

É LINDO, não é…? Mas…

… já se apercebam de como é possível, recorrendo a meras estatísticas dum perfil virtual, relatar a história de uma pessoa… será a nossa identidade virtual praticamente a mesma que a real?